21 Plataformas na Bacia de Campos e a retomada do crescimento e emprego na região. Confira na reportagem especial

21 plataformas vão ser desinstalas na bacia de Campos, nos próximos 5 anos. A remoção é necessária porque as plataformas atingiram o tempo máximo de uso de suas estruturas. Segundo o representante da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo-ABESpetro, Cláudio Makarovsky , boa parte das plataformas serão desmontadas e levadas para a terra. Outras partes serão afundadas em alto mar. Ele afirmou ainda que esse processo deve acelerar e aquecer o mercado de trabalho nos próximos 5 anos.


Agência Nacional do Petróleo já autorizou a desmontagem de três plataformas e devem gerar 200 milhões de dólares em serviços para a região. Outras oito plataformas do Campo de Marlin serão substitutas por duas plataformas flutuantes, a Marlim 1 e a Marlim 2 que já foram construídas.

Os Campos maduros de onde essas plataformas serão retiradas, atingiram apenas 14% da sua produção. A estimativa é que esses Campos alcancem 30% da produção. Aumentar o fator de produção desses Campos, com a instalação de novas plataformas é a grande expectativa da região, que tem a sua economia sob forte influência do setor de petróleo.

Uma recuperação mínima de 5% na produção, por exemplo, pode gerar cerca de 90 bilhões de dólares em investimentos e 220 Bilhões de reais em Royalties, essa é a previsão da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Várias empresas nacionais e internacionais estão interessadas em operar esses poços que devem ser negociados pela Petrobras que irá concentrar os seus investimentos no pré-sal.
O momento é promissor e deve gerar cerca de 50 mil postos de trabalho direto, além dos efeitos indiretos de empregabilidade para a região. Os novos investimentos estão chegando e saí na frente que está qualificado para o mercado de trabalho.

Atendendo na região norte e noroeste fluminense, a empresa Pre-sal formação profissional está expandindo sua estrutura de treinamento de olho nessa retomada do setor que deve ser imediata e duradoura. Segundo o empresário Aroldo Leandro, a expectativa é muito boa, pois diversas empresas do setor já estão se mobilizando para começarem a atuar e para atuar precisam de mão de obra especializada. “ A nossa empresa está preparada e expandindo o raio de atuação, por isso agora mais do que nunca devemos focar na qualificação e aproveitar essa retomada do setor na bacia de Campos”, destaca Aroldo que é o diretor executivo da Pré-Sal Formação Profissional.


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