Dia da pessoa com deficiência: arte e movimento desafiam capacitismo


“Quando sinto o calor do sol da manhã na pele, me dá vontade de fotografar. Gosto das frestas de luz que se formam aqui em casa”. O calor do dia ilumina o fotógrafo mineiro Luciano Ambrósio, de 57 anos, morador da Ceilândia (DF), para cada detalhe. VEJA MAIS AQUI

Luciano resolveu captar a rotina de forma especial em imagens e palavras depois que perdeu a visão, aos 24 anos. 

Fonte: Agência Brasil

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